Homenagem e entrega da Medalha Challenge Coin em comemoração aos 50 anos do 15º BPM*

Honraria e Reconhecimento: Homenagem aos Grandes Parceiros da Polícia Militar

Na última sexta-feira (28), durante uma solenidade em Patos de Minas, três importantes apoiadores da Polícia Militar em Carmo do Paranaíba foram homenageados.

Receberam a honraria o Presidente do CONSEP, Sr. Eustáquio, a Delegada Titular da Delegacia de Carmo do Paranaíba, Dra. Mariana, e o Presidente da Veloso Coffee, Sr. Pedro Humberto Veloso, representado pelo chefe de segurança da empresa, Sr. Eser.

Eles foram agraciados com uma Challenge Coin em comemoração ao cinquentenário do 15º Batalhão, como reconhecimento pelo apoio e pela parceria que têm proporcionado à nossa corporação.

A homenagem simboliza a importância da união entre instituições e sociedade para fortalecer a segurança pública e garantir um ambiente mais seguro para todos.

Parabéns a todos pelo merecido reconhecimento!

Fonte: Polícia Militar

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Instituto oferece bolsa de R$ 900 para medalhistas da OBMEP

Um dos requisitos é cursar graduação em universidade pública Voltado a impulsionar a ciência no Brasil, o Instituto D’OR Ciência Pioneira (IDOR) vai oferecer bolsa de R$ 900 mensais a dez estudantes aprovados em universidades públicas. O auxílio será pago até o fim da graduação, para cobrir despesas com acomodação, alimentação e deslocamento. O grupo se soma a outros dez bolsistas. Todos com um ponto em comum: foram medalhistas da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) e ingressaram em cursos de graduação das áreas da saúde e biológicas, como medicina, bioquímica e enfermagem. O projeto é uma parceria com o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), que promove a OBMEP. “A intenção da bolsa é possibilitar que o jovem tenha mais tranquilidade e tempo para dedicar aos estudos e a outros projetos focados na sua carreira acadêmica e profissional, como a iniciação científica e a pesquisa”, afirma a diretora executiva de filantropia do IDOR Ciência Pioneira, Roberta Marques. O diretor adjunto do IMPA e coordenador-geral da OBMEP, Jorge Vitório Pereira, disse que “a OBMEP sempre teve o compromisso de abrir portas para jovens talentos, aproximando-os da universidade e ampliando seus horizontes em todas as áreas do conhecimento” e que a parceria com o IDOR Ciência Pioneira fortalece as oportunidades para carreiras médicas. Dos alunos que irão receber a bolsa, nove são de medicina e um de enfermagem. Sete são do Nordeste (Piauí, Paraíba, Maranhão, Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco), um do Sul (Paraná), um do Centro-Oeste (Goiás) e um do Sudeste (Espírito Santo).  Medalhista da OBMEP cinco vezes (bronze, prata e ouro) e cursando o segundo ano de medicina na Universidade Federal de Goiás, o maranhense Luis Patrício Barros, 19 anos, descobriu a iniciativa pelas redes sociais. O auxílio tem o ajudado a custear a moradia e o deslocamento. “Meus pais trabalham na roça, e muito do que a gente plantava era para nossa alimentação. Passei a ter esses gastos com aluguel, alimentação e congressos. Também usei o dinheiro da bolsa para materiais e me auxiliar nos estudos.” Ele conta como tem usado os ensinamentos da matemática na medicina. “Antes, se via uma questão difícil de matemática, ficava pensando até que, dois dias depois, resolvia. Hoje, quando vejo uma aula difícil, lembro disso e sei que, se estudar, vou conseguir.” Para receber a bolsa, o aluno precisa ter sido aprovado em universidade pública, medalhista da OBMEP e ter renda familiar per capita de até 1,5 salário-mínimo. O apoio é renovado anualmente e vinculado ao desempenho na graduação. Fonte: Agência Brasil

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Operação conjunta entre a Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Minas Gerais e polícia Militar de Goiás, Recupera parte Gado Roubado e Prende Criminosos em Tempo Recorde

No dia 31 de março, segunda-feira, por volta das 6h10, a Polícia Militar de Rio Paranaíba foi acionada para atender a uma ocorrência de roubo em uma fazenda no município. Segundo a denúncia, os criminosos armados chegaram à propriedade por volta das 18h do dia 30 de março, domingo, renderam e amarraram os caseiros. Durante a ação criminosa, os autores roubaram dois caminhões carregados com gado. Uma das vítimas ouviu os assaltantes mencionarem que estavam passando pela cidade de Ibiá durante a noite, mas sem precisar o horário exato. Foram subtraídas aproximadamente 35 vacas leiteiras da raça holandesa e um boi branco, cada animal avaliado em R$ 15.000,00 (quinze mil reais), totalizando um prejuízo estimado de R$ 525.000,00 (quinhentos e vinte e cinco mil reais). Assim que tomou conhecimento do crime, a Polícia Militar iniciou diligências intensivas, envolvendo militares do 15º e do 46º Batalhão. Graças a uma busca incessante e à troca eficiente de informações entre as Polícias Militares de Minas Gerais e Goiás, além da Polícia Civil de Minas Gerais, os autores foram localizados e presos na cidade de Itumbiara, na terça-feira, 2 de abril. Ao todo, 14 cabeças de gado foram recuperadas, além da apreensão de veículos utilizados no crime. Dois criminosos foram presos. Destacamos a eficiência e dedicação dos policiais militares e civis, que não mediram esforços para dar uma resposta rápida e eficaz ao crime ocorrido em Rio Paranaíba. 10ª Região de Polícia Militar – Cultivando segurança no coração agro mineiro.

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Homenagem e entrega da Medalha Challenge Coin em comemoração aos 50 anos do 15º BPM*

Honraria e Reconhecimento: Homenagem aos Grandes Parceiros da Polícia Militar Na última sexta-feira (28), durante uma solenidade em Patos de Minas, três importantes apoiadores da Polícia Militar em Carmo do Paranaíba foram homenageados. Receberam a honraria o Presidente do CONSEP, Sr. Eustáquio, a Delegada Titular da Delegacia de Carmo do Paranaíba, Dra. Mariana, e o Presidente da Veloso Coffee, Sr. Pedro Humberto Veloso, representado pelo chefe de segurança da empresa, Sr. Eser. Eles foram agraciados com uma Challenge Coin em comemoração ao cinquentenário do 15º Batalhão, como reconhecimento pelo apoio e pela parceria que têm proporcionado à nossa corporação. A homenagem simboliza a importância da união entre instituições e sociedade para fortalecer a segurança pública e garantir um ambiente mais seguro para todos. Parabéns a todos pelo merecido reconhecimento! Fonte: Polícia Militar

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Autismo: entenda os impactos do diagnóstico tardio em adultos

Dificuldades de convivência e poucos relacionamentos Desde que pode se lembrar, a nutricionista Beatriz Lamper Martinez, de 48 anos, sempre apresentou características distintas e que, até pouco tempo, não podiam ser facilmente explicadas.  Na infância, a mãe se referia a ela como uma criança excessivamente sensível e madura para a idade, que se envolvia emocionalmente com problemas de pessoas mais velhas.  Na adolescência, ela teve poucos melhores amigos, o que se mantém ainda hoje. Durante a vida adulta, foram muitas as dificuldades de convivência e poucos relacionamentos duradouros. Beatriz Lamper Martinez foi diagnosticada com TEA aos 47 anos Foto: Beatriz Lamper Martinez/Divulgação Em setembro do ano passado, Beatriz foi diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA). À Agência Brasil, ela disse que buscou o diagnóstico porque, desde 2013, era tratada para transtornos como depressão e ansiedade, mas sem sucesso. “Muda medicação, aumenta medicação, mas eu nunca ficava estável”.  Foi um relacionamento com o pai de uma criança com TEA que a fez abrir os olhos para características próprias que coincidiam com o quadro em questão. “Ao longo dos meses, comecei a me identificar com aquelas informações”. “Foram oito meses tendo acesso a tudo isso. Comecei a ler a respeito, procurar mais coisa. Resolvi ir atrás de um psiquiatra que entendesse do assunto. Inicialmente, me deram um diagnóstico clínico de TEA. No fundo, eu já sabia, mas fui fazer testes neuropsicológicos. Procurei uma clínica, já que é uma bateria de exames, perguntas, desenhos, entrevistas. E veio a confirmação de que sou mesmo autista nível 1 de suporte. O diagnóstico também acusou altas habilidades, com QI [quociente de inteligência] acima da média.” Com o diagnóstico, Beatriz pode entender que as crises que se manifestaram durante boa parte da vida não eram pura e simplesmente causadas por transtornos como ansiedade ou depressão. “Na literatura, mulheres que têm diagnóstico tardio de TEA, em sua maioria, desenvolvem ansiedade e depressão na vida adulta”. Atualmente, as crises, segundo ela, se mantêm presentes, mas são compreendidas de uma forma completamente diferente diante do diagnóstico. “Hoje, por exemplo, estou muito, muito cansada. Não consigo me levantar, estou em crise. Antes, eu achava que isso era o início de uma depressão, uma recaída. Hoje, sei que não estou tendo uma recaída, estou tendo uma crise. Preciso descansar, ficar quieta, dormir e, com isso, vou melhorar. O diagnóstico, pra mim, trouxe uma certa libertação pra poder entender porque tenho sempre tantas crises, tantos altos e baixos.” “Quando recebi o diagnóstico, foi um certo alívio. Pra começar a me entender de uma outra forma. Antes, eu pensava: ‘Que sentido tem a vida? Pra quê viver desse jeito, sempre tendo crises, com vontade de ficar quieta, de não querer fazer as coisas’? Com o diagnóstico, a gente pensa: ‘Eu sou só diferente e preciso aprender a lidar com isso’. No início, foi um alívio. Mas, logo em seguida, já vieram várias questões sociais muito difíceis de lidar”, disse, ao relatar que, entre os membros da família, apenas a irmã sabe do diagnóstico. “A sociedade não está preparada, como um todo. Pessoas muito próximas de mim foram bem resistentes ao meu diagnóstico, o que me chocou muito. Mas a gente tem que entender, a vida é assim. No trabalho, pedi pra fazer mudanças de rotina porque eu trabalhava em um ambiente com muito estímulo sensorial. Minha chefe direta me mudou de área, fui pra um setor administrativo mais calmo, mais tranquilo. O trabalho em si foi adaptado. E entrei com um pedido de reconhecimento de PCD [pessoa com deficiência] pra ter meus direitos”, explicou. Cecilia Avila Cecilia Avila foi diagnosticada com TEA aos 23 anos – Cecilia Avila/Divulgação A publicitária Cecilia Avila, de 24 anos, sempre apresentou sensibilidade extrema a sons e texturas, principalmente de roupas. Quando criança, reclamava com a mãe de etiquetas e tecidos que pinicavam.  Ainda na infância, também detestava que penteassem seu cabelo. “Ficava cheio de nós e, pra desembaraçar depois, era um sofrimento”, lembra.  Durante a adolescência, teve dificuldade pra fazer amigos e pra compreender piadas e ironias, mesmo em tirinhas simples usadas nas aulas de língua portuguesa. No ano passado, Cecilia também foi diagnosticada com TEA. “Eu não me encaixava em algumas relações sociais. Sempre fui mascarando essas coisas. Até que, adulta, uma colega que estudou comigo comentou que teve o diagnóstico. Conversei com ela e, assim, começou a minha busca. Querendo ou não, o diagnóstico tardio impacta porque a gente cresceu mascarando os nossos traços. Se não mascarava, as pessoas falavam que era frescura, só uma sensibilidadezinha que depois passa, birra ou drama.” “Você cresceu de uma forma e, quando vem o diagnóstico, você sente: ‘Nossa, finalmente consigo me entender. Sei o que tenho e não fui só uma criança chata, fresca, dramática, que não queria vestir as coisas’. Por outro lado, a gente fica duvidando: ‘Será que eu realmente sou autista?’ A gente cresceu ouvindo coisas e, quando vem a explicação, a gente fica meio na dúvida. Mas, ao mesmo tempo, é um alívio.” Para a publicitária, um combo de fatores normalmente leva ao diagnóstico tardio de TEA, incluindo falta de informação, dificuldade de acesso aos sistemas de saúde, dificuldades financeiras e falta de apoio familiar. “Muitas vezes, os filhos são diagnosticados com TEA e os pais, quando vão pesquisar para entender os filhos, acabam se vendo muito naquelas características. Há muitos relatos assim”, disse. “Acredito que o diagnóstico, mesmo sendo tardio, é importante. Você passa a se conhecer, entende os seus limites, entende até aonde pode ir, quanto tempo você consegue ficar numa interação social, quanto tempo consegue suportar determinados barulhos ou luzes. E envolve comidas também, já que o autismo traz uma seletividade alimentar que pode variar muito de caso pra caso.” “Cabe às pessoas entender que não é frescura. ‘Ai, barulho alto’. Não é frescura, está realmente incomodando. ‘Ai, não come tal coisa’. Não é frescura, é que eu realmente não consigo comer. Nesse sentido, o diagnóstico, mesmo que tardio, ajuda, porque a gente começa a se entender e ver que, lá na infância, não era uma criança fresca, chata ou birrenta e que

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Rádio é o meio mais confiável para os brasileiros entre todas as plataformas de informação, aponta pesquisa

São Paulo – Estudo da Ponto Map e V-Tracker, divulgado pelo Valor Econômico, revela que o rádio lidera o índice de credibilidade no Brasil, à frente de redes sociais, TV e mídia impressa O rádio aparece como o meio de comunicação mais confiável do país, segundo dados da pesquisa “Credibilidade das Mídias”, realizada pela agência de inteligência de dados Ponto Map em parceria com a V-Tracker. O levantamento, divulgado pelo jornal Valor Econômico, revela que, apesar do aumento no consumo de conteúdo pelas redes sociais, os veículos tradicionais de imprensa seguem como referência de confiança entre os brasileiros. De acordo com o estudo, o rádio lidera o índice de credibilidade, com 81% da confiança do público. O meio, que também registra 47% de frequência de acesso, aparece à frente da TV fechada (75% de credibilidade) e da mídia impressa (68%). Em contraste, as redes sociais, embora sejam as mais acessadas (74% de frequência), alcançam apenas 41% de credibilidade. “Trata-se de um veículo com 81% de credibilidade que, mesmo assim, precisa explicar o tempo todo que continua forte e não acabou”, afirmou Juliana Paiva, gestora comercial da Rede Antena 1 e diretora da Radiodata, ao comentar e compartilhar o resultado da pesquisa. Para ela, o sucesso do rádio brasileiro pode ser explicado por características únicas. “Ele é 100% brasileiro, é local — mesmo quando é rede —, é auditado por terceiros, não ‘compra’ ouvintes, possui uma legislação que impede abusos e, além disso, é gratuito”, destacou.  Para Marilia Stabile, fundadora e presidente do conselho da Ponto Map, o resultado reforça o papel relevante do rádio no cenário informativo brasileiro em fala ao Valor Econômico. “Trata-se do veículo mais democrático de todos, pois chega em qualquer lugar do país e pode ser ouvido enquanto se executa outras atividades. No rádio se juntam dois universos: o jornalista local, que fala dos problemas da cidade, e os grandes nomes do jornalismo nacional, que têm seu espaço reservado na grade de programação”, explica a pesquisadora. Gráfico que mostra os resultados da pesquisa sobre credibilidade e uso / Valor Econômico Fonte: tudoradio.com

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Folia de Reis leva fé e solidariedade à Vila Vicentina – 06 de abril

No próximo dia 06 de abril, a tradição das Folias de Reis tomará conta da Casa de Repouso Nossa Senhora da Guia “Vila Vicentina” em um evento repleto de música, devoção e solidariedade. Com cânticos emocionantes, os foliões irão percorrer o local levando alegria e reforçando a importância dessa manifestação cultural que atravessa gerações. Além de celebrar a fé e o simbolismo da jornada dos Três Reis Magos, a apresentação também será uma oportunidade para praticar o bem. Durante o evento, serão arrecadadas doações para os idosos da Vila Vicentina, promovendo um gesto de carinho e apoio a quem tanto precisa. Cada contribuição ajudará a tornar o dia ainda mais especial. Venha fazer parte desse momento único! Traga sua família, participe dessa linda tradição e ajude a espalhar amor e solidariedade. No dia 06 de abril, a partir do meio dia, esperamos por você na Vila Vicentina para juntos celebrarmos essa festa cheia de significado!

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